segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Agenda
Estes contactos diretos com o tecido empresarial são essenciais para afirmar uma estratégia de desenvolvimento municipal diferente e que assente no investimento privado, do qual depende um verdadeiro e eficaz combate ao desemprego.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Vale do Paraíso e Vila Nova da Rainha NÃO DEVEM SER AGREGADAS À AZAMBUJA
A nossa proposta assumiu, de forma clara e sem ambiguidades, que a agregação das freguesias de Vale do Paraíso e de Vila Nova da Rainha à freguesia de Azambuja deve ser rejeitada.
Pois tal agregação implica o aumento da delimitação geográfica e administrativa da freguesia de Azambuja e, consequentemente, prejudica o nível dos serviços prestados pela Junta de Freguesia de Azambuja.
A Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA lamenta que os eleitos socialistas tenham impedido liminarmente que a Assembleia de Freguesia de Azambuja tivesse realizado um debate sério sobre esta questão e que não tenham apresentado quaisquer propostas alternativas, numa lógica do "quero, posso e mando".
Por último, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA saúda os presidentes das Assembleias das Freguesias de Aveiras de Cima (CDU), de Aveiras de Baixo (PS) e de Vila Nova da Rainha (PS) pelo seu espírito democrático e capacidade de diálogo com quem pensa de forma diferente o futuro do Concelho de Azambuja.
Confrontados com idênticas propostas da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, os presidentes destas Assembleias de Freguesia não afastaram o debate e a consequente votação: decidiram marcar reuniões extraordinárias das Assembleias de Freguesia para apreciarem especificamente as propostas da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA sobre o processo de reorganização territorial e administrativa das freguesias no concelho de Azambuja, as quais se realizarão durante o corrente mês de Julho.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Agenda
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Azambuja: NÃO AO PARQUE TIR!
O Jornal PÚBLICO publicou hoje uma notícia extensa sobre a construção do Parque de Estacionamento para Camiões TIR à entrada da Vila de Azambuja.
Sobre este assunto, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA esclarece ainda o seguinte:
1.º) Em Fevereiro deste ano, o único vereador da Câmara de Azambuja que não aprovou a proposta relativa ao Plano de Pormenor que vai ser elaborado e que abrange a área onde já está a ser construído o Parque de Estacionamento para TIR's foi o vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, António Jorge Lopes.
2.º) Quando arrancaram as obras de construção do Parque de Estacionamento para 173 camiões TIR, o vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA foi o primeiro vereador a insurgir-se contra este licenciamento camarário, pois a localização deste Parque de Estacionamento:
- Desqualifica urbanísticamente a entrada da Vila de Azambuja
- Aumenta significativamente a circulação de tráfego pesado, sem que a Câmara de Azambuja tivesse salvaguardado a duplicação da EN3
- Não cria qualquer tipo de emprego local
- Não permite a arrecadação de qualquer receita municipal, nomeadamente porque a empresa proprietária do Parque de Estacionamento tem a sua sede num concelho límitrofe
3.º) Ao longo destes últimos três meses, quer na Câmara quer na Assembleia Municipal de Azambuja, os autarcas da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA têm reiterado o disparate urbanístico que este licenciamento municipal comporta e têm denunciado que este licenciamento municipal viola o Plano Director Municipal, como agora foi defendido por uma especialista em Direito do Urbanismo entrevistada pelo Público!
4.º) Na notícia do Público, a Câmara PS parece que finalmente decidiu pelo embargo da obra - tal como temos defendido há semanas! Resta agora saber se essa "decisão" é apenas para calar a comunicação social, pois ainda este fim-de-semana o Parque de Estacionamento continuava a ser construído a "todo o vapor"...
Mais uma vez, antecipámos os problemas.
Mais uma vez, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA pôs o "dedo na ferida", sem medo ou complexos.
Só quem antecipa os problemas é capaz de encontrar as soluções certas.
Só quem tem determinação é capaz de fazer o que é preciso.
Por isso, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA está bem consciente das suas responsabilidades para com o Concelho de Azambuja - e estamos certos que não vamos defraudar a confiança que sentimos todos os dias por parte de quem vive e trabalha na nossa terra.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Praça de Touros: Agora Não!
O vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, António Jorge Lopes, votou contra e sustentou a sua posição na seguinte
DECLARAÇÃO DE VOTO
«No dia 7 de Maio de 2001, então na qualidade de presidente da Comissão Política do PSD/Azambuja, disse em conferência de imprensa o seguinte:
“A candidatura do PSD quer projectar o nosso Concelho para a posição que merece: Queremos que Azambuja seja a nova Capital do Ribatejo e do Touro.
Vamos realizar um concurso internacional de ideias para a concepção do novo tauródromo. Queremos uma Praça digna, moderna e multi-usos, que integre a Escola de Toureio, espaços de exposição, áreas comerciais e de restauração.”
Em conformidade com este propósito publicamente anunciado, a candidatura do PSD às Eleições Autárquicas de 2001 incluiu no seu Programa Eleitoral a construção de uma Praça de Touros Multiusos.
Fomos os primeiros a fazê-lo.
E fizemo-lo num tempo em que o enquadramento do Programa VALTEJO permitia o recurso a fundos comunitários para o desenvolvimento deste tipo de infra-estruturas.
Nas Eleições Autárquicas de 2005, a candidatura do PSD voltou a incluir no seu Programa Eleitoral a construção da nova Praça de Touros.
Nas últimas Eleições Autárquicas, o Programa de Trabalho que propus aos eleitores não fazia qualquer referência à construção da Praça de Touros.
O que mudou foi a situação económica do País e a situação financeira da Câmara de Azambuja.
Para a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA era irrealista e irresponsável propor a construção de um novo tauródromo num tempo de “vacas magras”.
Aliás, na sessão da Câmara de Azambuja do dia 13 de Abril deste ano, reafirmei isso mesmo durante a discussão da Proposta n.º 21/P/2010 relativa à concepção, construção e gestão da Praça de Touros/Pavilhão Multiusos em regime de parceria público-privada.
Nessa sessão camarária e conforme se pode ler na respectiva acta, declarei o seguinte:
“Concordo com a construção do Praça de Touros/Pavilhão Multiusos, pois defendo que a actual Praça de Touros deve ser substituída por uma infra-estrutura que permita espectáculos variados (…) Defendo que deverá ser construída através de uma parceria público-privada (…) Não concordo com a oportunidade da proposta apresentada, pois a população encontra-se num período de “vacas magras” e este será um péssimo exemplo dado pela Câmara. A população não conhecendo o contrato [da parceria público-privada] achará que a Câmara está a construir uma obra não prioritária em detrimento de obras urgentes e de menor envergadura. Apelo por isso que, por uma questão ética e de sinal político da Câmara para com toda a população, não se avance agora com a construção da Praça de Touros/Pavilhão Multiusos”
Nessa sessão de Câmara do dia 13 de Abril deste ano, o Sr. Presidente da Câmara – como se pode ler na respectiva acta – disse que:“No meu entender não devem ser afectadas verbas municipais para esta intervenção devido ao panorama económico nacional (…), que pretendia salvaguardar o envolvimento financeiro da Câmara e que o valor máximo de investimento anual da Câmara seria de 150 mil euros”.
Desde o dia 13 de Abril de 2010, todos ficámos a saber que a situação económica do País se agravou e que a situação financeira do Município se deteriorou.
A nível nacional, desde Abril, já foi necessária a aprovação de medidas de austeridade quer por via do PEC 2 quer por via do Orçamento de Estado para 2011, tudo para garantir a consolidação das nossas contas públicas.
O IVA foi aumentado para 21% e no próximo ano será de 23%.
O abono de família foi cortado a milhares de famílias.
O preço dos medicamentos aumentou.
As progressões na Função Pública foram congeladas.
Os vencimentos dos funcionários públicos vão ter cortes entre os 5 e os 10%.
Os escalões do IRS vão ser alterados para captar mais receita fiscal.
E muito mais, como todos sabemos.
Entretanto, o défice público do País derrapou para 9,5%.
A dívida pública real é de 112%.
Os juros da dívida soberana ainda ontem voltaram a roçar os 7%.
E a probabilidade de mais medidas de austeridade não está afastada, tal como não está afastada a intervenção do Fundo Especial da UE e do Fundo Monetário Internacional.
Tal como não está afastado o cenário de uma profunda recessão em 2011.Os únicos indicadores que são dados por garantidos em 2011 são os seguintes: os portugueses vão viver pior e a taxa de desemprego poderá crescer até os 14%!
Em 2009, a quebra das receitas municipais atingiu os 5 milhões de euros.
No corrente ano, continuamos a ficar aquém das receitas orçamentadas, tendo existido uma quebra de 20%.
E em 2011, prevê-se em termos de Orçamento uma nova queda das receitas entre os 3,8M€ e os 4,5M€.
Perante este cenário financeiro, o Sr. Presidente da Câmara aprovou em Julho deste ano um famigerado “Plano de Austeridade” por via do qual aumentou em 10% a taxa de resíduos sólidos, cortou os apoios financeiros às colectividades e associações e cortou em 23,5% os apoios às Instituições Particulares de Solidariedade Social.
E nesse Plano de Austeridade também se previa a suspensão do processo de parceria público-privada para a construção da Praça de Touros/Pavilhão Multiusos.
No próximo ano as receitas municipais vão continuar a descer, mas a despesa vai ter de subir, nomeadamente na área da Protecção Civil, pois será necessário a Câmara “injectar” no próximo ano cerca de 170 mil euros para que os Bombeiros de Azambuja e de Alcoentre não entrem em colapso funcional.
Tal como será necessário aumentar a despesa social para responder às dificuldades económicas das famílias, designadamente em termos do apoio social escolar.
Até porque existem no mercado ibérico soluções alternativas que permitem a realização de espectáculos tauromáquicos a um custo significativamente reduzido, nomeadamente por via do aluguer, pelo que não será posto em causa o Mês da Cultura Tauromáquica ou a Corrida da Feira de Maio.
Avançar com esta obra, neste momento, é uma irresponsabilidade.
Irresponsabilidade face à situação económica do País.
Irresponsabilidade perante a situação financeira da Câmara de Azambuja, que irá degradar-se significativamente nos próximos anos.
Irresponsabilidade perante os funcionários municipais e perante todos aqueles que a partir do próximo ano vão receber menos no final de cada mês e vão pagar mais de impostos.
Irresponsabilidade perante todos aqueles que terão as suas pensões sociais reduzidas e os medicamentos a custarem cada vez mais.
Se a emoção me poderia levar a votar a favor, a razão, a conjuntura económica nacional e a situação financeira da Câmara não mo permitem.
E como não gosto de meias-tintas em assuntos de capital importância ética e política, decidi votar contra a alínea c) do n.º 1 da Proposta n.º 85/P/2010.
Azambuja, 23 de Novembro de 2010
O Vereador
da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA
domingo, 21 de novembro de 2010
Ainda Acredita Neles?
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Agenda

E, na próxima 4.ª feira, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA reúne com a Direcção da Associação dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre, continuando assim o contacto directo com os principais agentes da Protecção Civil (a primeira reunião de trabalho foi com a Associação dos Bombeiros Voluntários de Azambuja, em 22/10/2010).
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
A Saúde está doente em Azambuja
terça-feira, 24 de agosto de 2010
A questão da conduta da EPAL é manobra de diversão política
Com a devida vénia ao blog Estado Velho, aqui fica um vídeo com o resumo da referida Conferência de Imprensa:
Também nesta matéria, a posição da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA é clara e não oferece margem para dúvidas:
“A Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA concorda com o enterramento da conduta da EPAL localizada no Campo da Feira”
“Mas, toda a campanha desenvolvida pela Câmara e a polémica em que a Câmara se envolveu com a EPAL têm todos os contornos de uma gigantesca MANOBRA DE DIVERSÃO POLÍTICA que tem servido para “abafar” a degradação da qualidade de vida da população do Concelho de Azambuja e o princípio do fim da maioria socialista, que se acentuaram nestes últimos 2 meses”
“Há muito espalhafato em torno da conduta da EPAL. Mas o presidente da Câmara, o vice-presidente Luis de Sousa (que tem o pelouro da Saúde há uma década) e o PS não se pronunciam sobre a degradação do sistema de Saúde no Concelho de Azambuja. O Alto Concelho e Vale do Paraíso perderam nas últimas semanas um dos dois médicos de família que prestavam serviço nessas freguesias. Até ao final do mês de Setembro prevê-se que a freguesia de Azambuja perca dois dos seus três médicos de família”
“O socialista Joaquim Ramos tem feito muito espalhafato à volta do enterramento da conduta. Mas, sobre o encerramento dos Serviços de Atendimento da Segurança Social em Manique do Intendente, Aveiras de Cima e Alcoentre, as poucas palavras que disse sobre o assunto tiveram o rugir do bater das asas de uma borboleta. Não se ouviram!”
“O presidente da Câmara fala muito sobre a conduta da EPAL. Mas, não diz nada sobre o desemprego. Em termos médios, os números do desemprego no Concelho de Azambuja mantém-se praticamente constantes desde Outubro de 2009. E no escalão da juventude activa com formação superior até há agravamentos. Em Outubro de 2009, havia 44 desempregados com curso superior. Em Julho de 2010, já havia 46 desempregados”
“Além da degradação da qualidade de vida do Povo do Concelho de Azambuja, a questão do enterramento da conduta também escondeu um facto político da maior importância: a estrondosa derrota do presidente da Câmara na última reunião da Assembleia Municipal, quando parte do seu Plano de Austeridade foi chumbada e apenas mereceu um voto favorável”
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Sérgio Ezequiel eleito para a ANAFRE
A Direcção Coordenadora da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA congratula-se pela recente eleição de Sérgio Ezequiel para o Conselho Geral Distrital da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE).sexta-feira, 17 de julho de 2009
Concelho de Azambuja no seu melhor…
Quem quiser andar no passeio não consegue! Aqui os ecopontos e o lixo levam a melhor sobre os peões.
Bem prega o ainda presidente da Câmara que a requalificação urbana de Azambuja teve como prioridade a circulação dos peões…

Mas, neste passeio da vila de Azambuja quem quiser andar tem de o fazer pela estrada.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Azambuja: O perfil de Sérgio Ezequiel
Sérgio Ezequiel tem 41 anos, é casado e pai de um filho. É licenciado em Gestão Bancária e Pós-Graduado em Segurança e Higiene do Trabalho.É membro da Assembleia de Freguesia de Azambuja desde 2002 e pertence aos corpos sociais da Associação dos Bombeiros Voluntários de Azambuja e da Santa Casa da Misericórdia de Azambuja.
A candidatura de Sérgio Ezequiel à freguesia-sede do Concelho é uma aposta clara num projecto autárquico qualificado, inovador e conhecedor dos problemas e anseios da freguesia de Azambuja.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Azambuja: Já só faltam 72 horas!
O anúncio será feito aqui, no Blog Oficial de Campanha, através da publicação da respectiva declaração de candidatura.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Passos Coelho apoia Jorge Lopes
Nas declarações que prestou à comunicação social, Pedro Passos Coelho disse nomeadamente que “Vim à Azambuja apoiar o Dr. Jorge Lopes. É uma pessoa que é minha amiga de longa data e que está mais do que preparada para ser um bom presidente de câmara. Assim as pessoas estejam disponíveis para isso e achem que vale a pena mudar nestas eleições autárquicas”.
Imagem da visita ao Pavilhão das Actividades Económicas
Imagem do jantar-convívio que juntou 50 apoiantes da Coligação Pelo Futuro da Nossa Terra
Se quiser ver mais imagens, clique aqui e divirta-se!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Tribunal de Contas suspeita de concurso público
Mas, Joaquim Ramos nunca disse porque o Tribunal de Contas negou o visto…
Agora, com a publicação do Acórdão do Tribunal de Contas, a verdade veio ao de cima!
O Tribunal de Contas negou o visto para a adjudicação da obra às Construções Torrão porque foram violados os princípios da concorrência, igualdade e imparcialidade.
Como se pode ler no Acórdão, paira a suspeita “que o programa de concurso e o caderno de encargos foram feitos à medida da sociedade adjudicatária [Construções Torrão], já que o único sócio desta participou (…) previamente em tais peças procedimentais [como sejam o Programa do Concurso e o Caderno de Encargos], com vantagem sobre os demais concorrentes, podendo, por esta via, adequar aquelas peças procedimentais ao conteúdo da proposta por si a apresentar, por forma a que a obra lhe fosse adjudicada, ou lhe fosse adjudicada com um grande grau de probabilidade”.
Mas, a Empresa Municipal de Infra-Estruturas de Azambuja (EMIA), liderada pelo ainda presidente da Câmara de Azambuja, também não escapa à dura censura do Tribunal de Contas. No Acórdão pode ler-se que “(…) ao ter permitido que a sociedade adjudicatária fosse admitida a concurso, e consequentemente a sua proposta, praticou um «acto» susceptível de falsear as regras da concorrência” e dessa forma violou nomeadamente o artigo 58.º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 59/99, de 2 de Março.De forma resumida, não podemos deixar de dar conta dos factos concretos que originam esta boa decisão do Tribunal de Contas:
- Sérgio Fernandes Torrão, proprietário das Construções Torrão, foi sócio e membro do conselho de administração da EMIA, respectivamente, até 16 de Setembro e 15 de Outubro de 2008.
- No dia 8 de Abril de 2008, na qualidade de administrador da EMIA, Sérgio Torrão esteve presente numa reunião em que um técnico fez o ponto de situação relativo a diversas obras, tendo afirmado “que se encontravam prontos os processos para lançamento do procedimento com vista à execução das empreitadas Escola Básica e Jardim-de-infância da Azambuja por Concurso Público”.
- A 14 de Julho de 2008, a EMIA recebeu as dez propostas de empreitada, sendo que uma das propostas pertencia à empresa Construções Torrão, apesar de Sérgio Torrão ainda fazer parte do conselho de administração da EMIA!
- No passado dia 14 de Janeiro, a obra da construção da nova Escola Básica e Jardim-de-Infância de Azambuja foi "finalmente" adjudicada pela EMIA às Construções Torrão.
Neste processo, a EMIA esteve muito mal.
As Construções Torrão não tiveram qualquer pingo de vergonha.
O ainda presidente da Câmara nada fez para impedir a violação das mais elementares regras da transparência e da imparcialidade e consentiu que este concurso público se desenvolvesse “à medida” das Construções Torrão.
É cada vez mais tempo da Câmara de Azambuja ser gerida com rigor, seriedade e transparência.
É por isso que aqui estamos.
É por isso que contamos consigo. É por isso que podem contar connosco!
Pelo Futuro da Nossa Terra!
