quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Câmara de Azambuja corta nas Bolsas de Estudo

Em pleno início do ano escolar, a Câmara de Azambuja aprovou ontem o corte de 50% no valor das bolsas de estudo e bolsas de mérito para o corrente ano lectivo de 2011/2012.



As bolsas de estudo passam a ter o valor de 600,00€ e as bolsas de mérito o valor de 300,00€.



Obviamente, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA votou contra esta injusta decisão.



E fê-lo por diversas razões, que se enunciam:



1.º) Com esta decisão socialmente injusta, a velha maioria PS pretende poupar cerca de 18 mil euros.


Ora, este valor poderia ser garantido por outras vias, nomeadamente através da redução do actual número de chefes de divisão (bastaria que se reduzisse um chefe de divsão nos 9 existentes para que a poupança fosse superior a 18 mil euros).



2.º) Esta decisão injusta poderia ter sido evitada se a Câmara de Azambuja tivesse feito o seu "trabalho de casa" - a actual situação económico-financeira da Câmara não aconteceu por acaso e não resulta da Troika.


Em abono da verdade, a grave situação económico-financeira da Câmara de Azambuja era totalmente previsível desde 2009, como avisámos em devido tempo.



3.º) Por isso, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA reafirma que a não adopção, no tempo devido, do "Programa de Contenção e Sustentabilidade Financeira" que apresentámos em 20/07/2010 foi um oportunidade perdida.


A irresponsabilidade política da maioria PS agravou a situação económico-financeira da autarquia e - como antecipámos - este grave erro vai continuar a ser pago pelas famílias do Concelho de Azambuja.



4.º) Esta decisão socialmente injusta demonstra que a Câmara de Azambuja ainda tem uma velha maioria PS a governá-la, mas que está sem qualquer rumo estratégico para o nosso Concelho e que é incapaz de enfrentar e vencer as dificuldades que ela própria criou.



Só quem antecipa os problemas é capaz de encontrar as soluções certas.



Por isso, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA está bem consciente das suas responsabilidades para com o Concelho de Azambuja - e estamos certos que não vamos defraudar a confiança que sentimos todos os dias por parte de quem vive e trabalha na nossa terra.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Revista de Imprensa

"TERMINAL RODOVIÁRIO À ENTRADA DE AZAMBUJA PODERÁ ACOLHER DIARIAMENTE 173 CAMIÕES TIR"


Uma notícia do jornal O Mirante a ler aqui.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Presidente da Junta de Aveiras de Cima recusa trabalho voluntário

O tesoureiro da Junta de Aveiras de Cima, Azambuja, Carlos Brito (Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA), ofereceu-se para limpar as valetas e bermas de estradas da freguesia gratuitamente, mas abriu uma guerra com o presidente, Justino Oliveira (CDU), que diz que o colega de executivo quer tirar dividendos políticos com este trabalho.



Para saber mais, clique aqui e conheça na íntegra a notícia publicada no jornal MIRANTE.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Revista de Imprensa

Na última reunião da Câmara de Azambuja, o vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA confrontou a Câmara PS com vários assuntos relevantes, nomeadamente a grave situação financeira da autarquia, o perigoso nível de endividamento municipal (que somado ao endividamento da EMIA atingia no início deste ano os 27 milhões de euros) e o incumprimento do contrato de empreitada da reconstrução da Praça de Touros de Azambuja (afinal, este projecto avançou através de um ajuste directo urgente e exigia a conclusão da obra no prazo de 90 dias, que já foi ultrapassado há muito...).

Para saber mais, clique aqui.

domingo, 3 de julho de 2011

"Peixeirada"...

Retrato (imparcial) da última reunião da Câmara de Azambuja.




Para saber mais, clique aqui ou vá para http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=502&id=75795&idSeccao=8212&Action=noticia

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Presidente PS/Azambuja ganha Ajuste Directo

Na Assembleia Municipal do passado dia 18 de Junho, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA reafirmou que todos os dados oficiais confirmam a subida do desemprego no Concelho de Azambuja, apesar da Câmara PS teimar em dizer que “o desemprego tem descido” e que “quem quer trabalhar no Concelho de Azambuja, trabalha!”.

Perante esta manifesta negação da realidade, o nosso grupo de deputados municipais foi contundente e afirmou que “quem é protegido pela Câmara PS não sofre com o flagelo do desemprego!”, tendo recordado que “o presidente do PS/Azambuja, Pedro Salazar, foi recentemente agraciado com uma contratação milionária no valor aproximado de 50.000 euros feita pela Sociedade de Reabilitação Urbana”, da qual a Câmara de Azambuja é sócia.


Na sua resposta, o ainda presidente da Câmara, Joaquim Ramos, desmentiu que tivesse existido qualquer favorecimento político porque “a contratação foi feita com base num concurso público ao qual apenas concorreu o Pedro Salazar”.

Pois é... Mais uma vez, a realidade dos factos contradiz as palavras de Joaquim Ramos!

A contratação do dirigente do PS/Azambuja não foi feita através de concurso público, onde várias pessoas poderiam candidatar-se ao lugar.

A contratação foi feita por ajuste directo e precedida de um convite escrito ao dirigente socialista!


Se quiser confirmar, clique nos seguintes links:

http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=226047

http://transparencia-pt.org/?search_str=nif:509226426

Mais uma vez, há “gato escondido com rabo de fora”…

Ainda acredita neles?

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Joaquim Ramos não é coxo...

Em Fevereiro de 2008, o socialista Joaquim Ramos assumiu publicamente que a Câmara de Azambuja tinha posto uma acção judicial contra o Estado português para reclamar o pagamento de uma indemnização no valor 908 mil euros por isenções de impostos concedidas à Opel.

Esta posição da Câmara PS foi reafirmada ao longo de todo este tempo quer nos órgãos autárquicos, quer junto da comunicação social local e nacional, como pode confirmar clicando nos seguintes links: RTP, Expresso, Rádio Renascença, Mirante e Público.

Da leitura destas notícias, conclui-se que:

1) A Câmara de Azambuja interpôs uma acção judicial contra o Estado no Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa, no dia 21 de Dezembro de 2007.

2) Em Fevereiro de 2008, o ainda presidente da Câmara disse que "ainda não foi ouvido por o processo só ter seguido para o Tribunal no final do mês de Dezembro".

3) Em Janeiro de 2010, o ainda presidente da Câmara Joaquim Ramos assegurava que "continua a correr no Tribunal uma acção que o município decidiu interpor contra o Estado" e que "à cautela não desistimos do processo, mesmo depois de receber o ofício do secretário de Estado a concordar com o pagamento" (ver notícia do Público).

Face à gravíssima situação financeira da Câmara de Azambuja, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA tem exigido à Câmara PS uma cópia desta acção judicial, por forma a analisar a mesma e assim encontrar uma explicação razoável porque o Estado ainda não pagou o montante de 908 mil euros acrescidos dos juros legais.

De facto, nos últimos 8 meses, de quinze e quinze dias, o vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, António Jorge Lopes tem requerido a entrega de uma cópia da acção judicial. A maioria socialista nunca entregou essa cópia, alegando umas vezes que não se tinham lembrado de a trazer e noutras que todo o processo estava com o consultor jurídico da Câmara.

Na reunião camarária do passado dia 24 de Maio, mais uma vez, o nosso vereador pediu tal documentação, pois desde 2008 que a Câmara PS sempre afirmou publicamente que tal acção judicial existia, nomeadamente na comunicação social.

Na sua resposta, o ainda presidente da Câmara Joaquim Ramos, com total desfaçatez, negou que alguma vez tivesse dito à comunicação social que a Câmara de Azambuja tivesse instaurado um processo contra o Estado a reclamar o pagamento de 908 mil euros...

Na reunião camarária de ontem, o vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA confrontou a maioria socialista com as várias notícias que acima reproduzimos.

Sem qualquer pingo de vergonha, o ainda presidente da Câmara Joaquim Ramos respondeu que "os jornais é que nunca perceberam o que eu disse" e que "eu nunca falei que tínhamos posto uma acção".

Mas Joaquim Ramos disse mais: a Câmara de Azambuja nunca pôs qualquer acção em Tribunal contra o Estado a reclamar o pagamento dos 908 mil euros!

Ontem, a máscara caíu!

E ficou bem claro - para quem ainda tinha dúvidas - que Joaquim Ramos e os seus vereadores são bons alunos do Eng.º Sócrates:
Anunciam, mas não fazem!
Iludem, mas não assumem!
Enganam os outros, mas não defendem os superiores interesses do Concelho de Azambuja!

Lamentavelmente, esta não é a primeira vez que apanhamos o ainda presidente da Câmara e a maioria socialista a faltarem à verdade.

Bem diz o nosso Povo que o que é difícil é apanhar um coxo...

É também por isto que a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA vai continuar a trabalhar afincadamente, pois sabemos bem a grande responsabilidade que vamos ter de assumir nas próximas eleições autárquicas de 2013.