quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Coligação escuta Cruz Vermelha

Os autarcas da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA iniciam esta noite uma ronda de reuniões de trabalho com as delegações locais da Cruz Vermelha.

O objectivo principal destes encontros é analisar a questão do transporte de doentes em ambulância, os "cortes" do Governo nesta importante área social e suas implicações no Concelho de Azambuja.

Esta noite, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA reúne com a Direcção e Comando do Núcleo de Aveiras de Cima.

Amanhã, os nossos autarcas encontram-se com o Núcleo de Manique do Intendente e na 6.ª feira com o Núcleo de Quebradas.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Bombeiros em dificuldades

Na reunião de ontem da Câmara de Azambuja, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA pronunciou-se sobre a grave situação financeira das Associações de Bombeiros de Azambuja e de Alcoentre, que poderá implicar a breve prazo o despedimento de funcionários/bombeiros.

Esta situação resulta em grande medida dos cortes do Ministério da Saúde no pagamento às Associações de Bombeiros pelo transporte de doentes em ambulância. Desde Agosto que os Bombeiros de Azambuja e de Alcoentre têm registado uma queda nas transferências de verbas pelo Ministério da Saúde na ordem dos 45%.

Recorde-se que o vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, António Jorge Lopes, antecipou esta grave situação e durante a discussão sobre a reconstrução da Praça de Touros em Azambuja afirmou na reunião do Executivo camarário de 23/11/2010 que “no próximo ano as receitas municipais vão continuar a descer, mas a despesa vai ter de subir, nomeadamente na área da Protecção Civil, pois será necessário a Câmara “injectar” no próximo ano cerca de 170 mil euros para que os Bombeiros de Azambuja e de Alcoentre não entrem em colapso funcional”.

A par dos eventuais riscos de operacionalidade em termos de socorro e salvamento, há uma outra questão que não pode ser esquecida e que precisa de uma resolução urgente: o transporte de doentes para os seus cuidados médicos.

Mais uma vez, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA antecipou o problema e defendeu na Assembleia Municipal que se realizou em 22/09/2010 que a Câmara de Azambuja deveria assumir a “implementação urgente de um sistema de transportes que permita aos utentes do Alto Concelho deslocarem-se aos locais onde têm de ser atendidos, em tempo útil e sem precisarem de gastar quantias incomportáveis”.

Só quem antecipa a realidade é capaz de encontrar as melhores soluções!
E soluções a tempo e horas!
Lamentavelmente, a maioria socialista não faz o trabalho de casa, assobia para o ar e limita-se a andar a reboque dos acontecimentos, com claros prejuízos na qualidade de vida do Povo do Concelho de Azambuja.

Para saber mais, clique aqui.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Debate na Antena 1

Para quem não teve oportunidade de ouvir o debate sobre a reconstrução da Praça de Touros de Azambuja, que hoje se realizou na Antena 1, aqui fica o som:


PRACA TOIROS DEBATE NA ANTENA 1 by estadovelho

Uma referência final para a excelente prestação do vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, António Jorge Lopes, com uma argumentação muito consistente e conhecedora da realidade do Concelho de Azambuja.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Agenda

Amanhã, 3.ª feira, a ANTENA 1 vai debater a reconstrução da Praça de Touros de Azambuja entre as 13.30h e as 14.00h, no programa "Portugal em Directo".
Este programa terá a participação do vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, António Jorge Lopes.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Boas Festas!


A Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA deseja a todos

um Santo Natal e um Ano de 2011 com muita Saúde e Confiança no Futuro!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Comunicado

Aqui reproduzimos na íntegra o comunicado que foi divulgado esta semana pela Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA


(clique na imagem para aumentar)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Praça de Touros: Agora Não!

Na reunião desta 3.ª feira, a Câmara PS aprovou a requalificação da Praça de Touros de Azambuja, cuja obra tem um custo estimado de 600.000,00 euros.

O vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA, António Jorge Lopes, votou contra e sustentou a sua posição na seguinte

DECLARAÇÃO DE VOTO
«No dia 7 de Maio de 2001, então na qualidade de presidente da Comissão Política do PSD/Azambuja, disse em conferência de imprensa o seguinte:

“A candidatura do PSD quer projectar o nosso Concelho para a posição que merece: Queremos que Azambuja seja a nova Capital do Ribatejo e do Touro.
Vamos realizar um concurso internacional de ideias para a concepção do novo tauródromo. Queremos uma Praça digna, moderna e multi-usos, que integre a Escola de Toureio, espaços de exposição, áreas comerciais e de restauração.”

Em conformidade com este propósito publicamente anunciado, a candidatura do PSD às Eleições Autárquicas de 2001 incluiu no seu Programa Eleitoral a construção de uma Praça de Touros Multiusos.

Fomos os primeiros a fazê-lo.
E fizemo-lo num tempo em que o enquadramento do Programa VALTEJO permitia o recurso a fundos comunitários para o desenvolvimento deste tipo de infra-estruturas.

Nas Eleições Autárquicas de 2005, a candidatura do PSD voltou a incluir no seu Programa Eleitoral a construção da nova Praça de Touros.

Nas últimas Eleições Autárquicas, o Programa de Trabalho que propus aos eleitores não fazia qualquer referência à construção da Praça de Touros.
Não mudámos de opinião.
O que mudou foi a situação económica do País e a situação financeira da Câmara de Azambuja.
Para a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA era irrealista e irresponsável propor a construção de um novo tauródromo num tempo de “vacas magras”.

Aliás, na sessão da Câmara de Azambuja do dia 13 de Abril deste ano, reafirmei isso mesmo durante a discussão da Proposta n.º 21/P/2010 relativa à concepção, construção e gestão da Praça de Touros/Pavilhão Multiusos em regime de parceria público-privada.

Nessa sessão camarária e conforme se pode ler na respectiva acta, declarei o seguinte:

“Concordo com a construção do Praça de Touros/Pavilhão Multiusos, pois defendo que a actual Praça de Touros deve ser substituída por uma infra-estrutura que permita espectáculos variados (…) Defendo que deverá ser construída através de uma parceria público-privada (…) Não concordo com a oportunidade da proposta apresentada, pois a população encontra-se num período de “vacas magras” e este será um péssimo exemplo dado pela Câmara. A população não conhecendo o contrato [da parceria público-privada] achará que a Câmara está a construir uma obra não prioritária em detrimento de obras urgentes e de menor envergadura. Apelo por isso que, por uma questão ética e de sinal político da Câmara para com toda a população, não se avance agora com a construção da Praça de Touros/Pavilhão Multiusos”

Nessa sessão de Câmara do dia 13 de Abril deste ano, o Sr. Presidente da Câmara – como se pode ler na respectiva acta – disse que:“No meu entender não devem ser afectadas verbas municipais para esta intervenção devido ao panorama económico nacional (…), que pretendia salvaguardar o envolvimento financeiro da Câmara e que o valor máximo de investimento anual da Câmara seria de 150 mil euros”.
Depois de ter escutado este compromisso do Sr. Presidente da Câmara, votei abstenção na Proposta n.º 21/P/2010.

Desde o dia 13 de Abril de 2010, todos ficámos a saber que a situação económica do País se agravou e que a situação financeira do Município se deteriorou.

A nível nacional, desde Abril, já foi necessária a aprovação de medidas de austeridade quer por via do PEC 2 quer por via do Orçamento de Estado para 2011, tudo para garantir a consolidação das nossas contas públicas.

O IVA foi aumentado para 21% e no próximo ano será de 23%.
O abono de família foi cortado a milhares de famílias.
O preço dos medicamentos aumentou.
As progressões na Função Pública foram congeladas.
Os vencimentos dos funcionários públicos vão ter cortes entre os 5 e os 10%.
Os escalões do IRS vão ser alterados para captar mais receita fiscal.
E muito mais, como todos sabemos.

Entretanto, o défice público do País derrapou para 9,5%.
A dívida pública real é de 112%.
Os juros da dívida soberana ainda ontem voltaram a roçar os 7%.
E a probabilidade de mais medidas de austeridade não está afastada, tal como não está afastada a intervenção do Fundo Especial da UE e do Fundo Monetário Internacional.
Tal como não está afastado o cenário de uma profunda recessão em 2011.Os únicos indicadores que são dados por garantidos em 2011 são os seguintes: os portugueses vão viver pior e a taxa de desemprego poderá crescer até os 14%!
Por outro lado, pela Câmara de Azambuja a situação não é muito diferente.

Em 2009, a quebra das receitas municipais atingiu os 5 milhões de euros.
No corrente ano, continuamos a ficar aquém das receitas orçamentadas, tendo existido uma quebra de 20%.
E em 2011, prevê-se em termos de Orçamento uma nova queda das receitas entre os 3,8M€ e os 4,5M€.

Perante este cenário financeiro, o Sr. Presidente da Câmara aprovou em Julho deste ano um famigerado “Plano de Austeridade” por via do qual aumentou em 10% a taxa de resíduos sólidos, cortou os apoios financeiros às colectividades e associações e cortou em 23,5% os apoios às Instituições Particulares de Solidariedade Social.
E nesse Plano de Austeridade também se previa a suspensão do processo de parceria público-privada para a construção da Praça de Touros/Pavilhão Multiusos.

No próximo ano as receitas municipais vão continuar a descer, mas a despesa vai ter de subir, nomeadamente na área da Protecção Civil, pois será necessário a Câmara “injectar” no próximo ano cerca de 170 mil euros para que os Bombeiros de Azambuja e de Alcoentre não entrem em colapso funcional.

Tal como será necessário aumentar a despesa social para responder às dificuldades económicas das famílias, designadamente em termos do apoio social escolar.
Ou ainda a necessidade cada vez mais premente da Câmara ter de avançar com um programa de contratação de Médicos de Família por forma a permitir que os habitantes do Concelho de Azambuja tenham um efectivo acesso aos Serviços de Saúde e à Prestação de Cuidados Médicos.
Por tudo isto e muito mais, a Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA entende que não é oportuno avançar com a requalificação da Praça de Touros.

Até porque existem no mercado ibérico soluções alternativas que permitem a realização de espectáculos tauromáquicos a um custo significativamente reduzido, nomeadamente por via do aluguer, pelo que não será posto em causa o Mês da Cultura Tauromáquica ou a Corrida da Feira de Maio.

Avançar com esta obra, neste momento, é uma irresponsabilidade.
Irresponsabilidade face à situação económica do País.
Irresponsabilidade perante a situação financeira da Câmara de Azambuja, que irá degradar-se significativamente nos próximos anos.
Irresponsabilidade perante os funcionários municipais e perante todos aqueles que a partir do próximo ano vão receber menos no final de cada mês e vão pagar mais de impostos.
Irresponsabilidade perante todos aqueles que terão as suas pensões sociais reduzidas e os medicamentos a custarem cada vez mais.


Se a emoção me poderia levar a votar a favor, a razão, a conjuntura económica nacional e a situação financeira da Câmara não mo permitem.
E como não gosto de meias-tintas em assuntos de capital importância ética e política, decidi votar contra a alínea c) do n.º 1 da Proposta n.º 85/P/2010.

Azambuja, 23 de Novembro de 2010

O Vereador
da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA
António Jorge Lopes»