António Jorge Lopes rejeitou os (fracos) argumentos apresentados pelo socialista Joaquim Ramos afirmando que "este é mais um mau exemplo do que é uma gestão socialista: na 5.ª feira há a tolerância de ponto fixada pelo Govenro, na 6.ª feira haverá tolerância de ponto da Câmara e em Dezembro os trabalhadores municipais correm risco de não ter subsídio de Natal".
O socialista Joaquim Ramos justificou a sua decisão com o facto dos trabalhadores municipais poderem ficar prejudicados, uma vez que "a tolerância de ponto concedida pelo Governo por causa da visita papal coincide com o feriado municipal e este ano o 25 de Abril e o 1.º de Maio calharam ao fim-de-semana".
Destaque-se que o vereador da Coligação PELO FUTURO DA NOSSA TERRA foi o único a insurgir-se contra esta medida, assumindo que "esta posição até pode ser antipática, mas no momento de crise que vivemos é preciso dar um exemplo sério de exigência e produtividade".
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